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EDITORIAL
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Equipe:
Editor - Emerson Giumbelli
Composição - Paola Lins e Marília Assad |
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ISER realiza pesquisa sobre assistência religiosa no DEGASE
Foi lançada, em setembro de 2008, uma parceria entre ISER e o Departamento Geral Sócio-educativo do Rio de Janeiro - DEGASE RJ (órgão que recebe jovens em conflito com a lei) para realização da pesquisa "Potenciais e Limites da Assistência Religiosa no Sistema Sócio-educativo: Pesquisas, olhares e atuação". O objetivo da pesquisa é realizar um panorama das atividades de assistência religiosa que ocorrem no Sistema Sócio-Educativo do Rio de Janeiro.
- Tendo em vista que os adolescentes que estão nas Unidades de Internação têm direito constitucional à assistência religiosa, a pesquisa busca identificar quais os princípios que norteiam estas atividades, quais são as instituições religiosas que atuam, quantas operam em cada uma das Unidades do DEGASE, quais as atividades mais desenvolvidas por cada denominação religiosa, além de buscar identificar o perfil dos assistentes religiosos - explica, Pedro Simões, coordenador da pesquisa.
Após os primeiros três meses de trabalho, em dezembro de 2008, foi realizado no ISER um encontro para reunir representantes do DEGASE, pesquisadores e líderes religiosos para analisar o andamento da pesquisa. No evento, apresentou-se o relatório parcial de atividade - "Perfil da Assistência Religiosa no Sistema Sócio-educativo do Rio de Janeiro".
Para esta fase inicial da pesquisa foram feitas entrevistas com os diretores das 24 unidades do DEGASE e com os representantes das instituições religiosas que atuam em cada unidade. Os números revelam que existem, atualmente, 34 instituições religiosas cadastradas no DEGASE que prestam assistência religiosa em sete unidades de internação. Nas 17 unidades de semi-liberdade são 24 instituições atuantes.
Os dados apontam também uma predominância de evangélicos e católicos no atendimento aos jovens. A Igreja Universal do Reino de Deus é a que tem maior atuação, estando presente em quase 80% de todas as unidades. A igreja católica tem a segunda maior representação, atuando em 12 unidades. E o conjunto das igrejas da Assembléia de Deus soma 11 atuações, ficando com a terceira maior representação. Só há um grupo espírita - Grupo Espírita Irmão Demétrio. E até o momento, nenhum representante das matrizes africanas atua nas unidades. Entre as atividades oferecidas por esses grupos estão: a leitura bíblica, orações, palestras, apresentações de peças teatrais, filmes e cânticos religiosos
O projeto, que tem conclusão prevista para junho de 2009, ainda tem outras etapas a cumprir. Está prevista a realização de um seminário para apresentar os resultados finais da pesquisa. Além disso, acontecerão ensaios fotográficos para registrar as atividades religiosas e a publicação de artigos a partir dos dados da pesquisa.
A pesquisa pretende, ainda, escutar os adolescentes em conflito com a lei para entender como eles lidam e o que buscam nas atividades oferecidas pelos religiosos. E se de alguma maneira essas atividades auxiliam no processo de ressocialização desses jovens.
A expectativa dos que atuam e acompanham a pesquisa é que de que as informações sejam utilizadas também para qualificar a assistência religiosa prestada, atendendo, principalmente as necessidades dos jovens. Por isso, pensa-se em capacitar assistentes religiosos e os agentes de disciplinas e técnicos, propondo novas metodologias de integração dos adolescentes e das diversas religiões atuantes no sistema. Para isso, serão organizados encontros interreligiosos para diálogo sobre Assistência Religiosas. A ideia é que, durante o diálogo, sejam identificados problemas comuns enfrentados pelas religiões atuantes no DEGASE, além de avaliar o impacto da oferta de tantas religiões na vida desses jovens.
Por Marília Assad, com colaboração de Pedro Simões (projetodegase@iser.org.br) Foto: Fábio Café
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Carismáticos católicos em foco
SILVEIRA, Emerson J. Sena da. Corpo, emoção e rito: antropologia dos carismáticos católicos. Porto Alegre: Armazém Digital, 2008. "Corpo, Emoção e Rito: Antropologia dos Carismáticos Católicos" traz um conjunto de idéias derivado do estudo do surgimento e desenvolvimento da Renovação Carismática Católica (RCC). A instauração ritual do carisma, da emoção e da espacialidade carismática são alguns dos temas trabalhados na publicação, que acompanha uma religiosidade que está entre as mais expressivas do panorama contemporâneo. O livro de Emerson Sena da Silveira é resultado de dez anos de pesquisa (1996-2006) em cursos de Especialização, Mestrado e Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora.
A partir da leitura do conjunto de escritos do livro, percebe-se que as práticas carismáticas vivenciadas pelos fiéis, principalmente no que diz respeito ao fenômeno da cura, têm provocado polêmicas entre os católicos conservadores e também os de libertação, acusando-as de serem pseudo-psicoterapias ou alienadas, misticismo e prática new age ou esotérica disfarçada.
O livro cobre uma série de fenômenos e estruturas da RCC, desde sua inserção no mundo da política até sua presença na internet, a juventude, os grupos de oração etc. No capítulo "Estética e Salvação: subjetividade e "cuidado de si" no movimento carismático", a discussão do carisma e suas peculiaridades podem ser identificadas no fenômeno de cura interior e "batismo no Espírito".
A idéia de cura na RCC volta-se, na linguagem dos carismáticos, para um combate à "profanação", ao "mundo materialista". Sob uma perspectiva sociológica, trata-se da inserção das trajetórias individuais / familiares num "quadro" de construção de sentidos. Em outras palavras, as experiências vividas pelo sujeito como desagregadoras do sentido, da "harmonia interior e familiar", vividas como traumáticas, são reinterpretadas / reinseridas numa construção intersubjetiva que resolve a conflitividade inerente a essas situações.
Esses procedimentos levam os fiéis a um contato com o poder de Deus, desencadeado para combater aquilo que, para os carismáticos, seria a "profanação": dos corpos (prostituição, aborto); a dogmática (multiplicação de seitas, práticas esotéricas e as ligadas às religiões afro-brasileiras) e a psicossomática (as "doenças" corporais e especialmente as ligadas à psique, como as depressões e angústias). Essa sensação de "poder" atua como uma poderosa retórica na vida do adepto, permitindo que cultive atitudes como auto-estima, confiança, entre outras, em sua subjetividade.
Assim, no âmbito ritual, o dispositivo central é a revelação divina através do ministro de cura, o qual trabalha com a intersubjetividade, ou seja, emoção e memória se reúnem tornando-se humanas e sagradas. Humanização por conta da corporeidade (união de sentidos); e sacralização porque o Espírito Santo, na crença dos carismáticos, vem se apossar da humanidade e à medida que a revelação divina é acionada, esta propicia a sinergia entre corpo e subjetividade. As práticas de cura interior desenvolvidas pela Renovação Carismática Católica (RCC) trazem uma complexa tecnologia de reconstrução da memória autobiográfica (tecnologia mnemônica), estabelecendo uma interação com conteúdos de cunho coletivo e individual.
A tecnologia mnemônica, no movimento carismático, segundo o estudo, desenvolve no sujeito a expansão de sua interioridade, fazendo com que os mesmos reflitam e reconstituam em seu interior a sua trajetória de vida, fazendo uma grande circulação de emoções e de trabalho de produção da memória. Essa "tecnologia do eu" passa a se constituir numa mediação entre biografia individual, fragmentada entre memórias perdidas, e a grande narrativa da tradição religiosa.
No catolicismo tradicional, o corpo é o lugar da ascese, ou seja, aspiração às mais altas virtudes; do martírio e da batalha contra as paixões. As músicas, orações, práticas sacramentais seriam executadas a partir de uma determinada configuração: relembrar as verdades e a monumentalidade da fé católica. Assim, na RCC, o corpo, antes de ser "domado", é para ser habitado pelo "Espírito", para ser lócus de "alegria". Assim, ritmos diversificados, como samba e rock, penetram as "partituras" das composições de bandas surgidas dentro do movimento carismático e trazem para a subjetividade um horizonte de ressignificação da própria modernidade.
As orações organizam e tornam densas as experiências do sujeito, especialmente quando estas possuem um caráter disruptivo (traumas, medos, depressões, angústias, rancores), em outras palavras, quando não foram integradas numa ordenação que permita ao sujeito construir um sentido e um espaço de manifestação das mesmas. Quanto mais a oração concentra-se sob o aspecto da experiência afetual do sujeito, mais ela constrói o ambiente propício ao florescimento de uma "cultura de si". O fenômeno do "batismo do Espírito" estaria aí incluído.
Com foco nas performances dos rituais carismáticos, o livro procura compreender o sentido que os fiéis atribuíam a essas experiências com o "Espírito Santo" na direção da construção de suas subjetividades. A etnografia revela que os carismáticos, à sua maneira, aproximam o catolicismo da (pós) modernidade, ao embutir, no mesmo processo de significado, dimensões modernas (adesão individual, subjetividade), tradicionais (dogmas, estruturas holísticas, mitos de origem) e pós-modernas (emocionalidade, corporeidade)".
Texto preparado pelo autor do livro. Contato: emsena@terra.com.br
Imagem: editora Armazem Digital
O livro pode ser adquirido pelo site: http://www.armazemdigital.com.br/v2/ad.php?idmenu=5
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Conversões ao pentecostalismo, o caso dos "ex-bandidos"
A construção social do "ex-bandido" - um estudo sobre sujeição criminal e pentecostalismo. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008. César Pinheiro Teixeira
César Pinheiro Teixeira defendeu sua dissertação no dia 17 de fevereiro de 2008, após dois anos de formação de mestrado. O objetivo principal de seu trabalho é compreender de uma perspectiva sociológica e antropológica o processo de conversão de "bandidos" ao pentecostalismo. Não se trata de avaliar a sinceridade da conversão, mas de analisar categorias e processos pelos quais a transformação é apresentada pelos próprios convertidos. Contribui, assim, para a a compreensão da construção de duas identidades que estão fortemente presentes nas periferias das cidades brasileiras e que constituem parte importante de seu cotidiano: a de "bandido" e a de "crente". César, por meio de entrevistas, levantou algumas histórias de vida que se apresentam como conversões.
O termo "ex-bandido" não costuma fazer referência àqueles indivíduos que cumpriram suas penas nas penitenciárias brasileiras, mas àqueles que optaram pela conversão religiosa. Daqueles que passaram pelo sistema penitenciário, costuma-se dizer que são "ex-presidiários" ou "ex-detentos" - termos cuja carga é extremamente negativa e que não fazem referência direta ao abandono da condição de "bandido". Ao contrário, eles costumam reforçar o estigma de criminoso. O termo "ex-bandido" é amplamente utilizado nas igrejas evangélicas, sobretudo nas pentecostais, para se referir àquelas pessoas que saíram da "vida do crime" através da conversão religiosa.
O "bandido", na perspectiva teórica adotada neste trabalho, é o sujeito criminal. Para além de um rótulo acusatório, na perspectiva da sujeição criminal, "bandido" diz respeito a uma condição construída sócio-historicamente e que tem a ver com a maneira como o tráfico de drogas se organizou nas favelas cariocas. Em termos gerais, a idéia de sujeição criminal diz respeito a uma representação social passível de ser assimilada como uma forma de "individualidade", de "personalidade" (auto) reconhecida como criminosa.
A idéia é a de que se a sujeição criminal pode, da perspectiva pentecostal, aparecer tipificada como de ordem sobrenatural e autojustificada por influência de seres malignos (identificados quase sempre, pelos pentecostais, com entidades das religiões de matriz africana), ou seja, se o sujeito criminal tem sua "subjetividade desviante" justificada pela influência do diabo na sua vida e, no limite, uma auto-identificação com ele, então, a conversão religiosa poderia "agir contra o mal" que o influencia, expulsando-o, e, conseqüentemente, "transformar" o sujeito criminal, dando origem ao "ex-bandido". Entretanto, esta possível "transformação" não ocorre de maneira tão simples. Ela é mediada por uma série de rituais, transformações corporais, "profecias", "revelações", de contatos com evangélicos e com não evangélicos. Não se trata apenas da "expulsão do mal", mas de uma "transformação do sujeito" - que nunca é afirmada, pelos convertidos, como algo que já está completamente finalizado.
A conversão do "bandido" ao pentecostalismo, de maneira geral, se aproxima bastante das idéias de Foucault sobre subjetivação. Entretanto, é sobre o "bandido" que as práticas de subjetivação se realizam. Há uma "natureza" já construída e sedimentada sobre a qual a conversão religiosa deve agir. A subjetividade do "bandido" é o objeto da "transformação" que se pretende através da conversão religiosa. Há um "mal" a ser combatido através da conversão. "Mal" este que, para os pentecostais, faz do indivíduo "um bandido". Desta forma, a condição de "bandido" (a sujeição criminal) é objetificada dentro do discurso pentecostal. É com base no enquadramento de sua condição dentro da narrativa da batalha espiritual (e desta forma o indivíduo justifica, compreende e explica a sua sujeição criminal: "eu era assim porque eu servia ao Diabo", "eu era assim porque havia um mal na minha vida") que ocorre o processo de "transformação de si": o "bandido convertido" deve incorporar o discurso de verdade, fazer deste um habitus (termo que indicaria com mais precisão a incorporação do discurso no qual o "bandido", em um primeiro momento, objetivou-se).
Não podemos deixar de dizer que "bandido" também é construído de maneira semelhante: a sujeição criminal consiste num processo de subjetivação. Tanto a sujeição criminal quanto a conversão dizem respeito a processos contínuos de assimilação de determinada "verdade" como uma forma de "individualidade". Tratar-se-ia, neste caso, da transformação de um sujeito de verdade, para utilizar a terminologia de Foucault, em outro sujeito de verdade.
Este processo de "transformação" conta tanto com rupturas quanto com continuidades entre a condição de "bandido" e a condição de "crente". As mudanças apontadas pelos entrevistados são minimamente corporais: maneira de andar, de falar, maneira como se posta em público, etc. Não basta apenas abandonar as práticas criminais, o estilo de se vestir e substituir o uso do apelido utilizado dentro da quadrilha pelo nome do registro civil. As mudanças precisam ser profundamente corporais. Novas técnicas corporais precisam ser internalizadas. Há uma transformação de habitus.
Entretanto, alguns entrevistados apontam também para continuidades entre as duas condições em questão. Por exemplo, podemos nos referir ao fato de que, geralmente, os "ex-bandidos" se tornam missionários - termo definido por eles mesmos como: "crentes que levam a palavra de Deus pelo mundo". O estilo de vida dos soldados do tráfico é marcado pela imprevisibilidade da chegada da polícia ou do inimigo, da tensão nos lugares de "contenção", da necessidade do constante uso de drogas e outras substâncias para se manter acordado no plantão, da instabilidade da vida do traficante que não tem residência fixa no morro e vive trocando de postos e mesmo de morros. O estilo de vida do missionário também é marcado por imprevisibilidade e instabilidade. Segundo Ricardo, um dos entrevistados, [a vida de missão] "é uma vida de providência". O missionário deve seguir as ordens de Deus e não temer o futuro. Como no tráfico, é preciso "ter disposição", não para matar, mas para "pregar a palavra" seja em qual lugar for e sob quais condições forem. Mais que ter disposição, é preciso estar à disposição (da vontade de Deus). Desta forma, a ligação entre a conversão do "bandido" e a transformação de sua subjetividade não se dá maneira mecânica e direta, mas é mediada por uma trama complexa e longa que conta com possíveis continuidades simbólicas entre o mundo do "bandido" e o mundo do "crente" - o que dá ainda mais densidade sociológica e antropológica ao processo de conversão.
Na conversão ao pentecostalismo, observamos que o "bandido" precisa transformar sua "natureza", sua "personalidade", sua "individualidade". Não é apenas o abandono de práticas criminosas que estão em jogo, mas a "transformação do sujeito". O abandono das práticas criminosas, para os pentecostais, embora seja importante, não é suficiente para o indivíduo se tornar um "ex-bandido"; não é o indivíduo que deve "sair do crime", mas é o crime que deve "sair do indivíduo" através da conversão religiosa. Este raciocínio não opõe estas duas idéias, mas as conecta de maneira causal: para que o indivíduo "saia do crime", é preciso que o "crime saia do indivíduo". Neste sentido, o relativo sucesso que os pentecostais possuem na "recuperação de bandidos" se baseia exatamente na reificação da sujeição criminal. Assim, o estudo da conversão de "bandidos" ao pentecostalismo também nos ajuda a compreender melhor a dinâmica da sujeição: a construção social do "bandido" como sujeito, indivíduo portador de uma "natureza criminosa".
Texto produzido pelo autor da dissertação. Contato: cesarcpt@hotmail.com
Imagem: missoesadesal.blogspot.com/2009_02_01_archive...
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Obama renova órgão para apoio a iniciativas religiosas nos EUA
No início de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou uma ordem executiva para fazer alterações no Gabinete da Casa responsável por programas religiosos e sociais. Segundo as novas diretrizes, o organismo não deve fazer proselitismo, e sim ampliar sua atuação junto a diversas organizações, religiosas ou laicas, que fazem trabalhos sociais. O chamado "Escritório da Casa Branca para as Associações com Grupos de Fé e Vizinhança" vai substituir o "Escritório da Casa Branca de Iniciativas de Fé e Comunidade", estabelecido por George W. Bush num decreto quando chegou à Presidência, em janeiro de 2001. A decisão tem levantado algumas polêmicas e diversidade de avaliações. Para muitos ela é ambígua e pouco se difere da política praticada pelo presidente antecessor nesse mesmo tema. Plural reuniu uma série de links de notícias e editorias sobre o assunto para que o leitor acompanhe o debate:
"Obama cria escritório para programas em parceria com instituições religiosas" - Folha online (05/02/2009): http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u499703.shtml
"Obama desaparelha escritório religioso criado por Bush"- Folha de São Paulo (6/2/2009): http://www.ccr.org.br/a_noticias_detalhes.asp?cod_noticias=5149
"Obama reestrutura Escritório Religioso" - Fonte G1 (06/02/09): http://lojavirtual.meumana.com.br/artigo.php?artigoid=37956
"Obama anuncia novo departamento para assuntos religiosos" - G1 (05/02/09): http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL988572-5602,00-OBAMA+ANUNCIA+NOVO+DEPARTAMENTO+PARA+ASSUNTOS+RELIGIOSOS.html
"Obama desvincula fé de programas sociais"- O Globo (06/02/2009): http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/02/06/obama-desvincula-fe-de-programas-sociais-754294183.asp
"Obama renova apoio governamental a instituições religiosas" - The New York Times (06/02/09): http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/02/06/obama+renova+apoio+governamental+a+instituicoes+religiosas+3882960.html "Editorial: A questão da fé na gestão Obama" - The New York Times (16/02/2009): http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/02/16/editorial+a+questao+da+fe+na+gestao+obama+4085950.html
Por: Marília Assad
Imagem: http://www.docdebolso.com.br/blog/wp-content/uploads/obama.jpg
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- Está no ar o especial Religião da revista diverCIDADE, editada pelo Cento de Estudos da Metrópole (CEBRAP) www.centrodametropole.org.br/divercidade/
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